China pede que universidades proíbam livros com valores ocidentais
EFE | Pequim
O ministro da Educação da China, Yuan Guiren, pediu ontem às universidades do país asiático que não permitam o uso de livros que promovam "valores ocidentais", informou nesta sexta-feira o jornal de Hong Kong "South China Morning Post".
"Nunca devemos permitir que os livros que promovam os valores ocidentais apareçam em nossas salas de aula", disse o ministro durante um simpósio, com a presença, entre outros, de presidentes de algumas das instituições de ensino mais prestigiadas do país, como a Universidade de Tsinghua e a Universidade de Pequim.
"Nunca
devemos permitir que os livros que promovam os valores ocidentais
apareçam em nossas salas de aula", afirma Guiren (dir.) EFE/Rita Álvarez
Tudela
Yuan
Guiren exigiu que reitores dos centros de educação superior chineses
exerçam maior controle sobre os materiais usados nas aulas,
especialmente sobre os livros importados para manter a "integridade
política" nas faculdades. O ministro pediu ainda aos professores
universitários que evitem comentários críticos sobre a liderança do
Partido Comunista da China (PCCh) ou sobre o socialismo.
No começo deste ano, as autoridades educativas chinesas já tinham enviado uma circular às universidades do país na qual encorajavam a introduzir os valores marxistas e socialistas "na cabeça dos estudantes".
A influente revista "Qiushi" ("Buscando a verdade") do PCCh também criticou em sua mais recente edição os docentes que, em sua opinião, divulgam "ideologia ocidental".
Fonte: EFE
No começo deste ano, as autoridades educativas chinesas já tinham enviado uma circular às universidades do país na qual encorajavam a introduzir os valores marxistas e socialistas "na cabeça dos estudantes".
A influente revista "Qiushi" ("Buscando a verdade") do PCCh também criticou em sua mais recente edição os docentes que, em sua opinião, divulgam "ideologia ocidental".
Fonte: EFE
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