Candidato à presidência na França quer taxar o uso de robôs
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Em Robótica

Um
dos atuais candidatos à presidência francesa pretende trazer mudanças
ao país que podem ter grandes repercussões no mercado tecnológico.
Segundo a plataforma publicada pelo populista Benoít Hamon, uma de suas
promessas, caso vença, é de “adicionar taxas para robôs”.
O que isso quer dizer? Basicamente, empresas que utilizam robôs e outros meios de automatização terão que pagar taxas. Pense como uma “multa” para as companhias por substituírem trabalhadores humanos por versões robóticas.
Além de adicionar taxas aos robôs, Hamon também pretende banir pesticidas, legalizar a maconha e tomar muitas outras ações polêmicas
Para muitos, essa pode ser apenas uma entre muitas promessas do esquerdista. Mas, caso se torne realidade, uma mudança dessas pode ter todo o tipo de repercussão para o mercado no país. De ver empresas diminuindo a produção de seus produtos até companhias totalmente automatizadas abandonando o mercado francês para buscar locais mais adequados. Vários outros problemas como o encarecimento de produtos por lá não são descartados.
Uma vez que a vitória de Hamon não é nem de longe certa (ele está apenas na quarta posição, segundo pesquisas), ainda é difícil considerar se isso vai se tornar realidade ou não. Mas, caso aconteça, podemos ver um precedente bastante preocupante surgindo – ainda mais com todas as polêmicas envolvendo as presidências e governos ao redor do mundo atualmente.
O que isso quer dizer? Basicamente, empresas que utilizam robôs e outros meios de automatização terão que pagar taxas. Pense como uma “multa” para as companhias por substituírem trabalhadores humanos por versões robóticas.
Além de adicionar taxas aos robôs, Hamon também pretende banir pesticidas, legalizar a maconha e tomar muitas outras ações polêmicas
Para muitos, essa pode ser apenas uma entre muitas promessas do esquerdista. Mas, caso se torne realidade, uma mudança dessas pode ter todo o tipo de repercussão para o mercado no país. De ver empresas diminuindo a produção de seus produtos até companhias totalmente automatizadas abandonando o mercado francês para buscar locais mais adequados. Vários outros problemas como o encarecimento de produtos por lá não são descartados.
Uma vez que a vitória de Hamon não é nem de longe certa (ele está apenas na quarta posição, segundo pesquisas), ainda é difícil considerar se isso vai se tornar realidade ou não. Mas, caso aconteça, podemos ver um precedente bastante preocupante surgindo – ainda mais com todas as polêmicas envolvendo as presidências e governos ao redor do mundo atualmente.
Fonte(s) Quartz/Eshe Nelson
Fonte: Tecmundo
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