Ministério da Cultura vai investir R$ 100 mi em política pública para games
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Além do anúncio da proposta, Leitão também levou informações interessantes do 2o. Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais. Entre os dados interessantes são de que o Brasil já produziu 946 jogos em 2018, sendo que 43% deles são para dispositivos móveis e vários são focados na parte de entretenimento e educação.
Confirmando a sensação de crescimento do setor, o Censo mostrou que o segmento de games no Brasil cresceu 182% nos últimos quatro anos.
Isso, segundo o ministro, coloca o Brasil na 13ª posição dos maior produtores de games do mundo e no topo entre os países da América Latina. No consumo, no entanto, o país ocupa o terceiro lugar, com 6 milhões de jogadores.
Leitão acredita que um desempenho tão bom sem uma política própria de incentivo é uma constatação de que o futuro para o segmento é promissor. "O Brasil está demonstrando grande vocação. Mesmo sem ter política pública, mesmo sem ter nenhum tipo de ajuda mais sistemática, o setor começou a se estruturar e aumentou muito nos últimos anos a sua maturidade", afirmou o ministro.
Diversidade também é foco
Um aspecto que Leitão explicou que será incluído na política pública é o aumento da diversidade no mercado de games. O Censo revelou que apenas 20,7% das pessoas envolvidas com a indústria são mulheres.
Editais anteriores já estimulavam essa maior diversidade, com metade de projetos premiados sendo de mulheres e uma parcela um pouco menor sendo produzidos por negros e indígenas – além de cotas de iniciantes e recorte regional, que requerem que o desenvolvimento tenha sido feito no Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Via Voxel
Fonte: Tecmundo
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