Pesquisadores criam braço robótico para ajudar a quem não consegue comer sozinho. Veja como funciona

Por exemplo, imagine que você tenha pedaços de cenoura e de carne. Para conseguir espeta-los, as pessoas automaticamente aplicam forças diferentes. Ir com muita intensidade para pegar uma cenoura pode fazê-la escorregar para o lado, enquanto uma carne seria adquirida com sucesso. Todas essas informações precisaram ser adicionadas nos códigos do robô.
Outra situação é colocar o alimento de forma correta na boca da pessoa. Além da altura certa, o braço tem que considerar que comidas finas e pequenas, como a cenoura, que não podem ser espetadas no meio pelo garfo, porque ficaria muito mais difícil para o indivíduo morder o alimento. Nesse caso, o ideal é pegar pela ponta.
Mas ainda existem melhoras a serem feitas para que o braço fique ainda mais eficiente. Ele não corta a comida e também responde diretamente a sons, mas não os interpreta. Ou seja, a pessoa, sendo alimentada, não consegue conversar durante a refeição, senão receberá um pedaço de comida imediatamente em sua boca.
Alguns desses problemas devem ser resolvidos no futuro e outras funções adicionadas ao robô, de acordo com os pesquisadores. A ideia é colocar movimentos de giro, para enrolar macarrão, e de corte, além de melhorar o discernimento que ele tem dos alimentos.
Fonte: FastCompany
Fonte: OlharDigital
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