Há 20 anos, sequenciamento do genoma humano revolucionou a medicina
Gudrun Heise (ca)
06.04.2020
Especialistas acreditam que pode levar dezenas, senão centenas de anos para realmente entender o genoma humano.
Utilidades práticas
A composição genética de duas pessoas difere uma da outra em média de 1% a 2%. A predisposição genética para certas doenças é baseada nessas diferenças.
Com cada vez mais frequência, são oferecidos testes genéticos com os quais especialistas podem descobrir algumas dessas predisposições e, assim, determinar se uma pessoa apresenta um risco elevado para uma doença ou não. Uma amostra de saliva é suficiente. O mais importante em todos esses testes é interpretar corretamente os resultados, por exemplo, a predisposição para Alzheimer ou diabetes.
Com a ajuda da pesquisa do genoma, agora é possível reconhecer diferentes funções genéticas. Por sua vez, isso ajuda os médicos no tratamento de certas doenças. Isso inclui, por exemplo, crianças com deficiência imunológica hereditária. Os médicos podem até implantar novos genes para tratar a doença.
A predisposição ao câncer de mama e de ovário fica evidente nas mutações de dois genes (BRCA1 e BRCA2). Um risco genético para uma doença tumoral só pode ser identificado em alguns casos pela análise do material genético.
Ainda há muito que fazer
O genoma humano consiste de 23.686 genes. Pesquisadores de todo o mundo ficaram impressionados com esse resultado, já que um camundongo doméstico possui 23.786 genes, e uma pulga de água, um enorme número de 30.907 genes. A complexidade de um ser vivo, portanto, não se deve apenas ao número de genes.
O presidente dos EUA, Bill Clinton, disse em 6 de abril de 2000: "Hoje estamos aprendendo o idioma com o qual Deus criou a vida." Agora sabemos que precisamos aprimorar muito o vocabulário.
Fonte: DW
Em abril de 2000, o geneticista americano Craig Venter
anunciou que 99% do genoma humano havia sido decodificado. O que essa
conquista permitiu desde então e o que ainda falta decifrar?
06.04.2020
Especialistas acreditam que pode levar dezenas, senão centenas de anos para realmente entender o genoma humano.
Utilidades práticas
A composição genética de duas pessoas difere uma da outra em média de 1% a 2%. A predisposição genética para certas doenças é baseada nessas diferenças.
Com cada vez mais frequência, são oferecidos testes genéticos com os quais especialistas podem descobrir algumas dessas predisposições e, assim, determinar se uma pessoa apresenta um risco elevado para uma doença ou não. Uma amostra de saliva é suficiente. O mais importante em todos esses testes é interpretar corretamente os resultados, por exemplo, a predisposição para Alzheimer ou diabetes.
Com a ajuda da pesquisa do genoma, agora é possível reconhecer diferentes funções genéticas. Por sua vez, isso ajuda os médicos no tratamento de certas doenças. Isso inclui, por exemplo, crianças com deficiência imunológica hereditária. Os médicos podem até implantar novos genes para tratar a doença.
A predisposição ao câncer de mama e de ovário fica evidente nas mutações de dois genes (BRCA1 e BRCA2). Um risco genético para uma doença tumoral só pode ser identificado em alguns casos pela análise do material genético.
Ainda há muito que fazer
O genoma humano consiste de 23.686 genes. Pesquisadores de todo o mundo ficaram impressionados com esse resultado, já que um camundongo doméstico possui 23.786 genes, e uma pulga de água, um enorme número de 30.907 genes. A complexidade de um ser vivo, portanto, não se deve apenas ao número de genes.
O presidente dos EUA, Bill Clinton, disse em 6 de abril de 2000: "Hoje estamos aprendendo o idioma com o qual Deus criou a vida." Agora sabemos que precisamos aprimorar muito o vocabulário.
Fonte: DW
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