Máquina consegue traduzir ondas cerebrais da fala em texto
Fonte: Pixabay
A Ciência
deu um passo a mais na compreensão do cérebro humano: pesquisadores
conseguiram decodificar ondas cerebrais referentes à fala e traduzi-las
em palavras. Os algoritmos da máquina foram programados para traduzir em
tempo real essas ondas para formar palavras e sentenças, com uma taxa
de erro de apenas 3%.
Outras tentativas semelhantes já haviam tido sucesso na interação cérebro-máquina, mas sempre de maneira limitada, conseguindo captar apenas partes de palavras faladas. A nova tecnologia contou com 4 voluntários lendo de 30 a 50 sentenças em voz alta com eletrodos monitorando sua atividade cerebral. Esses dados posteriormentes eram traduzidos por um computador em forma de palavras escritas.
O entendimento da linguagem se deu de duas formas: em uma, através do padrão de ondas geradas após repetições da fala, como vogais ou consoantes. Depois, outro sistema juntava cada um desses fragmentos para formar as palavras. Durante o treinamento do decodificador, foram ensinadas frases à máquina que não estavam no teste final. E como a tecnologia está conseguindo identificar palavras e sentenças, é possível que ela também consiga decodificar sentenças nunca antes treinadas.
“Embora nós desejemos que o decodificador aprenda e explore as regularidades do idioma, resta mostrar quantos dados seriam necessários para expandir nossos pequenos idiomas para uma forma mais geral de inglês”, escreveram os pesquisadores da Universidade da Califórnia em artigo publicado no Nature Neuroscience.
Outras tentativas semelhantes já haviam tido sucesso na interação cérebro-máquina, mas sempre de maneira limitada, conseguindo captar apenas partes de palavras faladas. A nova tecnologia contou com 4 voluntários lendo de 30 a 50 sentenças em voz alta com eletrodos monitorando sua atividade cerebral. Esses dados posteriormentes eram traduzidos por um computador em forma de palavras escritas.
O entendimento da linguagem se deu de duas formas: em uma, através do padrão de ondas geradas após repetições da fala, como vogais ou consoantes. Depois, outro sistema juntava cada um desses fragmentos para formar as palavras. Durante o treinamento do decodificador, foram ensinadas frases à máquina que não estavam no teste final. E como a tecnologia está conseguindo identificar palavras e sentenças, é possível que ela também consiga decodificar sentenças nunca antes treinadas.
“Embora nós desejemos que o decodificador aprenda e explore as regularidades do idioma, resta mostrar quantos dados seriam necessários para expandir nossos pequenos idiomas para uma forma mais geral de inglês”, escreveram os pesquisadores da Universidade da Califórnia em artigo publicado no Nature Neuroscience.
Fontes:BBC Nature Neuroscience
Fonte: Tecmundo
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