segunda-feira, 16 de julho de 2018

Núcleo de estágios tem 27 vagas para universitários

Núcleo de estágios tem 27 vagas para universitários


Bolsas-auxilio chegam até o valor de R$ 2,4 mil

Redação O São Gonçalo
Bolsas-auxilio chegam até o valor de R$ 2,4 mil
Bolsas-auxilio chegam até o valor de R$ 2,4 mil
Foto: Divulgação
Procurar uma colocação no mercado faz parte da rotina da maioria dos brasileiros. Afinal, a taxa de desemprego no país está em 13,7%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Contudo, em meio a um cenário negativo, uma boa notícia surge: quem está em busca de inserção no mundo corporativo e, ainda por cima, com excelente remuneração, pode contar com o auxílio do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube).

Dentre as diversas vagas, há 27 com bolsa-auxílio de R$ 2,4 mil para várias graduações e cidades, incluindo São Gonçalo e Niterói.

Podem se candidatar a essas chances de estágio estudantes regularmente matriculados no ensino superior ou tecnólogo, em cursos como Administração, Propaganda e Marketing, Comunicação Social, Farmácia, Tecnologia em Administração, entre outros. 


Fonte: O São Gonçalo

Cientistas criam uma rede de circuitos com um material diferente: DNA

Cientistas criam uma rede de circuitos com um material diferente: DNA

Os pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia criaram uma rede neural baseada no DNA, com a capacidade de reconhecer padrões  de forma bem parecida com o que o cérebro faz. Para isso, eles providenciaram uma espécie de sopa de moléculas, derramaram o líquido em um tubo de ensaios e o ensinaram a diferenciar nove padrões distintos.
Parece complicado, mas os pesquisadores envolvidos no projeto criaram uma grade de circuitos customizada, feita com base no DNA, para que fosse possível reconhecer a escrita à mão. Depois, traçaram números de 1 a 9 com o DNA e criaram a rede neural. Por fim, uma sequência específica de DNA é colocada nessa rede, e a sopa brilha em cores específicas que mostram qual padrão está sendo lido.
O experimento fica ainda mais interessante quando consideramos que não é uma tarefa fácil fazer com que uma IA reconheça padrões, como acontece em testes que os computadores são ensinados a reconhecer escrita à mão: a caligrafia humana pode variar bastante e, quando alguém rabisca uma sequência numérica, o cérebro realiza tarefas computacionais complicadas para identificá-la. Assim, a rede neural vai “aprendendo” a reconhecer números, comparando-os com aqueles que estão em sua memória e conseguindo diferenciá-los assim.
É claro que o estudo ainda está no início, mas se trata de um projeto com bastante potencial de desenvolvimento. Parece conversa de filme de ficção científica, mas futuramente uma rede neural desse tipo poderia ser desenvolvida para levar a IA ao nível molecular, o que serviria para os mais diversos fins. Além disso, as moléculas inteligentes artificiais poderiam ser um passo importante no desenvolvimento de tintas invisíveis e até mesmo nanorrobôs capazes de erradicar doenças.
 
Fonte(s): Daily Mail 
 
Fonte: Tecmundo

Pesquisadores criam painéis de energia solar que funcionam com bactérias

Pesquisadores criam painéis de energia solar que funcionam com bactérias

Pois é, os cuidados com o meio ambiente são um dos assuntos mais comuns atualmente  e mais ainda quando o assunto é energia. É aí que entra a energia solar, que possui uma boa reputação justamente por ser renovável e não liberar poluentes na atmosfera do nosso planeta.
Pensando nisso, pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica criaram uma espécie de placa absorvente de luz solar que pode transformar a luz em energia até mesmo quando o tempo está nas piores condições possíveis. Até aí, sem grandes novidades, certo? Bom, a diferença está justamente na composição do produto: ao contrário dos painéis de luz solar convencionais, esses vão utilizar certo tipo de seres vivos.

Os pesquisadores perceberam que as células solares  as partes dos painéis que são responsáveis por converter a luz solar em energia  funcionam melhor em dias ensolarados. Assim, eles trabalharam com bactérias E. coli geneticamente modificadas, que produzem uma substância chamada licopeno, capaz de converter a luz em energia. Você pode não conhecer esse nome, mas com certeza já viu os efeitos desse pigmento — ele dá o tom vermelho à casca dos tomates.
Assim, os pesquisadores transformaram as bactérias em produtoras dessa substância que age como um semicondutor e aplicaram essa mistura em uma superfície de vidro. No final, os testes mostraram que esse experimento obteve resultados melhores do que as células solares convencionais. Esses materiais biogenéticos poderiam ter usos que vão além dos painéis solares, como em explorações em grandes profundidades, onde realmente não há luz alguma.
Yadav Vikramaditya, professor do Departamento de Engenharia Química e Biológica da Universidade, apontou que o processo custa aproximadamente um décimo dos modelos convencionais. Entretanto, os pesquisadores ainda estão verificando alguma forma de manter as bactérias vivas, para que o pigmento possa ser produzido sem restrições.

Fonte: Tecmundo

Tinha que ser lá! Dubai terá a maior fazenda vertical do mundo

Tinha que ser lá! Dubai terá a maior fazenda vertical do mundo

Dubai é uma cidade extremamente conhecida pelas construções enormes e, geralmente, de orçamentos bilionários. Contudo, o próximo grande projeto proposto para a cidade não tem nada a ver com turismo ou negócios, e sim com o futuro e, mais ainda, com o meio ambiente.
A ideia é que a maior fazenda vertical do mundo seja construída em Dubai, e as obras devem começar em novembro deste ano, sendo encerradas em 2020. Considerando que a cidade tem problemas com a escassez de água, serão utilizadas tecnologias de ponta e agricultura com baixo consumo de água. A fazenda vertical irá ocupar uma área de 130.000 pés quadrados, e terá um custo de aproximadamente 40 milhões de dólares.

Trata-se de um projeto que é resultado da união das empresas Emirates Flight Catering e Crop One Holds. De acordo com as empresas envolvidas, essa instalação vai ter baixo consumo dos recursos ambientais, uma vez que irá utilizar 99% a menos de água que os campos ao ar livre. Além disso, depois que estiver tudo pronto, a fazenda poderá produzir três toneladas de vegetais diariamente, por não depender das estações do ano.
Ao invés de obterem as substâncias necessárias do solo, as plantas irão obter sustento com uma solução composta por diversos nutrientes, e estarão em ambientes com temperatura e umidade controlados rigidamente. “Mas e a luz solar?”, você deve ter se questionado. Também haverá um substituto, luzes de LED. Todos estes alimentos serão utilizados nas refeições dos vôos e saguões em aeroportos.
As fazendas verticais podem ser uma boa proposta para o meio ambiente, já que consomem 95% menos água e não utilizam pesticidas. Além disso, também contam com uma excelente redução de custos e impactos, uma vez que evitam desperdícios e contribuem para a redução da poluição ambiental.
 
Fonte(s): Ubergizmo 
 
Fonte: Tecmundo

Cientistas criam ouro sintético com qualidade superior à do natural

Cientistas criam ouro sintético com qualidade superior à do natural

A maior parte do ouro existente no Universo nasceu por meio das colisões de estrelas de nêutrons; desde então, descobrimos que o ouro chama atenção não só por sua beleza, mas também pelas propriedades úteis e incríveis que ele proporciona. Isso porque é o metal  aliás, um metal nobre, ou seja, é resistente à corrosão e à oxidação  mais maleável que existe, além de ser extremamente reflexivo para as luzes infravermelha, vermelha e amarela, enquanto absorve a luz azul.
Entretanto, apesar da sua resistência, ele é colocado em risco quando exposto a produtos químicos como mercúrio e áqua régia, uma mistura de ácido nítrico e clorídrico. Por isso, uma equipe de químicos e engenheiros do Centre For Nano and Soft Matter Sciences (CeNS)  instituto de pesquisa autônomo do Departamento de Ciência e Tecnologia (DST) do governo da Índia , localizado em Bangalore, criou um novo tipo de ouro que é melhor que a versão natural.
Além de mais resistentes, os recém-criados cristais sintéticos de ouro permaneceram estáveis mesmo após testes de exposição ao mercúrio e ao cobre e, conforme relatado no artigo da Angewandte Chemie (periódico científico alemão), o ouro sintético só não resistiu à água régia hiperconcentrada. Ou seja, esse ouro, criado em um laboratório, é incrivelmente mais resistente a mudanças químicas do que o convencional.
O “ouro de laboratório” foi desenvolvido por meio da reação de transporte químico em cloro gasoso e oferece pureza maior que 99,99%, segundo os pesquisadores. Em resumo, o ser humano foi capaz de “superar” as forças geológicas de todo o nosso planeta e criar um ouro não convencional mais nobre que o já existente.
 
Fonte(s): IFL Science 
 
Fonte: Tecmundo

Um táxi que voa a 400 quilômetros por hora

Um táxi que voa a 400 quilômetros por hora


Rolls-Royce entra na corrida do ‘carro voador’ com um híbrido de cinco assentos e lançamento previsto para 2020
O híbrido da Rolls-Royce pretende alcançar os 400 quilômetros por hora com autonomia de 800 quilômetros. 
O híbrido da Rolls-Royce pretende alcançar os 400 quilômetros por hora com autonomia de 800 quilômetros.
A fabricante de automóveis britânica Rolls-Royce projetou um táxi voador com capacidade para transportar de quatro a cinco pessoas a uma velocidade de 400 quilômetros por hora. O modelo foi apresentado na feira de aviação Farnborough International Airshow 2018, realizada em Londres. Embora no momento seja um protótipo conceitual, a fabricante revelou estar à procura de parceiros que possam fornecer a fuselagem e outros elementos elétricos para desenvolver seu projeto e lançá-lo no mercado em meados de 2020. O modelo poderia estar disponível no início ou meados de 2020, "desde que seja possível criar um modelo de negócios viável para sua introdução", segundo informou a empresa à BBC.
O veículo utiliza uma turbina de combustível que serve como fonte de alimentação para seus seis motores de elevação elétrica, por isso não é necessário recarregá-los. Este sistema de propulsão proporciona ao veículo híbrido uma autonomia de cerca de 800 quilômetros e, segundo a empresa, pode ajudar a controlar o problema das emissões de gases de efeito estufa e congestionamento do tráfego. Além disso, destaca que não exigirá novas infraestruturas, uma vez que suas características permitem a utilização de aeroportos e heliportos existentes.
A empresa informou que o design e as características do táxi podem ser adaptados para transportar mercadorias e pessoas, bem como executar serviços militares. Com essa perspectiva, a Rolls-Royce entra na corrida do carro voador da qual já participam empresas como Uber, Kitty Hawk ou Airbus e Audi, que desenvolvem em conjunto um veículo voador.

Fonte: BBC

Eventos climáticos extremos devem ser cada vez mais fatais


Eventos climáticos extremos devem ser cada vez mais fatais
14.07.2018
Shay Meinecke (av)
 
Recentes enchentes no Japão e onda de calor no Canadá mataram centenas. Segundo especialistas, tendência é crescente, e vítimas podem chegar a mais de 150 mil por ano na Europa. Acordo de Paris segue como esperança.
Enchentes no Japão Enchentes no Japão deixaram 200 mortos: mudanças climáticas agravam riscos

Recentemente, chuvas pesadas e inundações fizeram 200 vítimas no oeste do Japão, enquanto no Canadá uma onda de calor sem precedentes deixou cerca de 70 mortos. Em meio a esse cenário, climatologistas advertem que mortes provocadas por condições meteorológicas extremas podem se multiplicar, caso as emissões de gases do efeito estufa não sejam controladas.
O número de eventos atmosféricos extremos aumentou nas últimas décadas, aponta Stefan Rahmstorf, copresidente do setor de pesquisa Análise do Sistema Terrestre no Instituto de Potsdam de Pesquisa do Impacto Climático (PIK).
"Nossa Terra está mais uma vez sendo atingida por fenômenos meteorológicos extremos, incluindo calor e incêndios incontroláveis na Califórnia e enchentes pluviais devastadoras no Japão. Com base nas leis da física, em face do aquecimento global nós temos que contar com eventos mais frequentes e piores."
Tais fenômenos extremos – que incluem tempestades severas, inundações inesperadas e imprevisíveis, ondas de calor e ondas de frio fora de época – já mataram centenas de milhares e prejudicaram milhões nos últimos 20 anos, aponta um relatório conjunto de 2015, da Organização Meteorológica Mundial (WMO) e da Organização das Nações Unidas (ONU).
Cientistas apontam que as mudanças clima´ticas estão aumentando a frequência e a intensidade de eventos extremos do tipo, fazendo com que seja mais difícil que governos se preparem e respondam a desastres. Isso significa um custo de bilhões de dólares para governos mundo afora, e um impacto incalculável sobre vidas humanas.

Europa na mira do clima
Segundo um estudo de 2017 publicado na revista especializada The Lancet  Planetary Health, entre 2071 e 2100, cerca de 152 mil pessoas na Europa poderiam morrer por ano em consequência direta de intempéries – número 50 vezes superior ao registrado de 1981 a 2010.
Empregando métodos ultramodernos para analisar os desastres meteorológicos dos anos recentes e projetando os padrões detectados sobre populações futuras, os autores atribuem 99% das mortes estimadas a ondas de calor.
Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Giovanni Forzieri, coautor de um estudo do Centro Conjunto de Pesquisa da União Europeia na Itália, afirmou que as projeções poderiam ser ainda mais drásticas.
"Essas estimativas são realmente alarmantes, mas nosso cenário não é o pior que poderíamos escolher: é o cenário médio de emissões de gases do efeito estufa", disse.
Os europeus enfrentam um aumento de riscos de mais de 90%, devido às mudanças climáticas, acrescentou. As mudanças projetadas são dominadas pelo aquecimento global e pelo incremento de riscos de fundo meteorológico, como frentes frias e ondas de calor.

Dados simplificados demais?
Por sua vez, Clare Nullis, encarregada de imprensa da WMO, alerta contra correlações diretas demais.
"Precisamos ser cuidadosos com os dados, porque há cenários demais a se considerar. O ano passado foi um dos mais caros já registrados, devido às perdas econômicas relacionadas à temporada de furacões. No entanto, o número de mortes nem chegou perto dos níveis vistos algumas décadas atrás", afirma.
Também segundo Ovais Sarmad, vice-diretor da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, em Bonn, Alemanha, é possível que os resultados sejam supersimplificados, considerando-se diversos fatores durante a coleta de dados.
"Embora haja tentativas de fixar esses dados, isso se tem provado extremamente difícil, devido a imprecisões, registros insuficientes e dados pouco confiáveis", aponta.
Sarmad também ressalta que a metade das vidas perdidas se deve a impactos secundários, como deslizamentos de terra em seguida a chuvas torrenciais, sendo extremamente difíceis de registrar.
Forzieri já antecipara as ressalvas: "Apesar do fato de nossas estimativas estarem sujeitas a incerteza, elas não deixam de ressaltar tendências importantes. Aquecimento global, transformações demográficas e expansão urbana podem resultar num rápido aumento dos efeitos dos perigos relacionados às intempéries sobre os seres humanos da Europa."

Acordo de Paris segue valendo
Os especialistas concordam que, apesar da variação das cifras, para contrapor essa dinâmica preocupante o mundo precisa adotar e implementar o Acordo do Clima de Paris – "rápida e integralmente", a fim de "estabilizar nosso clima", diz Rahmstorf.
Igualmente enfatizando a importância do pacto internacional, Sarmad lembra que a ONU tem atuado junto a governos e empresas, em todos os níveis: 178 países ratificaram o Acordo de Paris, e o setor privado tem investido mais tempo e esforços para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, frisa o funcionário das Nações Unidas.
"A ONU tem colaborado com grupos de interesse não partidários e com governos para reduzir os gases do efeito estufa, de forma a darmos fim ao número preocupante de mortes relacionadas a desastres meteorológicos. Isso é encorajador e mostra a importância de deixar um meio ambiente melhor para a próxima geração."
Algumas dessas colaborações incluem melhores métodos de prevenção, os quais, segundo Nullis, são outro aspecto-chave no combate à alarmante tendência.
"As mudanças climáticas estão certamente tendo um forte impacto em diversos aspectos de nossa vida, incluindo segurança alimentar, saúde, gestão hídrica e deslocamentos demográficos. Porém melhores previsões e redução dos riscos de desastres têm ajudado a salvar vidas."
Apesar de um certo sentimento de desânimo quanto a metas de proteção do clima, muitos governos seguem comprometidos com a limitação dos impactos das mudanças climáticas. Num relatório divulgado em 2017, dois anos após a adoção do Acordo de Paris, a União Europeia afirmou que reduziria suas emissões em no mínimo 40% até 2030.

Fonte: DW