sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Inscrições para etapa nacional do FameLab vão até o dia 28 de fevereiro

por ASCOM - publicado 17/01/2018 18h48. Última modificação 17/01/2018 18h50. 
MCTIC
 
Inscrições para etapa nacional do FameLab vão até o dia 28 de fevereiro
Finais brasileiras acontecem em 27 de abril, no Museu do Amanhã. Foto: Divulgação

Estão abertas as inscrições para os interessados em participar do FameLab, um concurso internacional que busca aproximar cientistas do público em geral e desenvolver habilidades de comunicação com o público. O período de submissão de projetos vai até 28 de fevereiro. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) é um dos apoiadores da iniciativa e vai levar até 15 pesquisadores brasileiros para a decisão nacional acontece em 27 de abril, no Museu de Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).
Os interessados devem mandar dois vídeos de três minutos cada, sendo um em português e outro em inglês. Não podem ser utilizados recursos de Power Point ou outro dispositivo eletrônico de apresentação, músicas de fundo, edições ou efeitos especiais. O uso de materiais de apoio portáteis é limitado. As produções devem ser encaminhadas à comissão julgadora do FameLab. Confira abaixo o edital completo.
O concurso FameLab foi lançado em 2004 pelo Festival de Ciência de Cheltenham (Inglaterra) e está presente em 32 países. Organizado pelo British Council, é apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pelo Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Elegibilidade
Podem participar da seleção bolsistas de mestrado (stricto sensu), doutorado, doutorado direto e pós-doutorado nas áreas de ciências da vida ou ciências exatas, tecnológicas e engenharias fluentes em português e inglês, das seguintes agências: CNPq; Fapesp; Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg); Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig); Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb); Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc); Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec); e Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná.
Os não bolsistas também podem participar, desde que tenham 21 anos e sejam fluentes em português e inglês. Além disso, devem estar cursando algum curso de pós-graduação nas áreas alvo em instituições de ensino superior reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). Os mesmos critérios se aplicam a estrangeiros.
Candidatos de anos anteriores que não tenham sido contemplados com o prêmio podem submeter seus vídeos para avaliação novamente.

Fonte: MCTIC

Começa produção em série de CPU desenvolvida pela China

Começa produção em série de CPU desenvolvida pela China

2018-01-15 12:57:26
Xinhua
 
Shanghai, 15 jan (Xinhua) -- Uma unidade central de processamento (CPU) desenvolvida por uma companhia chinesa entrou em produção em série para competir com os gigantes globais de chips como Intel e AMD.
A série ZX-C, desenvolvida pela Shanghai Zhaoxin Semicondutor Co. Ltd., adotou a mesma arquitetura X86 como os processadores da Intel e é compatível com o sistema operacional e o software da Windows, algo que os anteriores processadores não tinham obtido, assinalou Ye Jun, presidente da Zhaoxin.
"Os computadores equipados com nosso processador passaram as provas para funcionar plenamente por 100 mil horas, o que significa que são qualificados para a produção em série", disse Ye.
Ye indicou que os computadores que têm a CPU ZX-C instalada são qualificados para competir nas aquisições governamentais em Shanghai, Jiangsu, Anhui e outras regiões da China. 

Fonte: Xinhua

Cern abre inscrições para programa de verão na Suíça

Cern abre inscrições para programa de verão na Suíça


19 de janeiro de 2018  
Agência FAPESP

 
Estudantes brasileiros podem se candidatar em iniciativa da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear que inclui palestras e visitas a laboratórios (foto: Cern)

Agência FAPESP – A Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern) recebe até 28 de janeiro inscrições para a edição 2018 do CERN Non Member State Summer Student Programme.
O programa oferece a estudantes de graduação e jovens na pós-graduação (ou que concluíram recentemente), de Física, Informática e Engenharia, oportunidade para conhecer o dia a dia das equipes de pesquisa que participam de experimentos no Cern, na Suíça.
O grupo de pesquisadores do High Energy Physics and Instrumentation Center at USP (Hepic) está à frente da oportunidade para os estudantes brasileiros.
Além do trabalho nas equipes experimentais, os estudantes participarão de uma série de palestras e terão contato com cientistas e engenheiros de diversos países, que compartilharão conhecimentos nos campos da física de partículas e engenharia teórica e experimental.
Os alunos deverão entregar um relatório ao terminarem o programa. Os participantes receberão apoio financeiro do Cern para cobrir custo de acomodação e refeições e para um número limitado de viagens e excursões.
A participação no programa exige bom conhecimento da língua inglesa. A participação mínima é de 8 semanas em um dos seguintes períodos: 11 de junho a 3 de agosto, 18 de junho a 10 de agosto, 25 de junho a 17 de agosto ou de 2 julho a 24 de agosto.
As inscrições devem ser feitas pelo site do Cern. Os candidatos que cumprirem os critérios de elegibilidade e tenham completado sua candidatura antes do prazo passarão para a próxima etapa do processo de seleção. Os resultados da seleção serão comunicados aos candidatos no fim de abril.
Mais informações: https://jobs.web.cern.ch/job/12846.

Finep prorroga até 26 de janeiro inscrições para programa de apoio a startups

Finep prorroga até 26 de janeiro inscrições para programa de apoio a startups


A Finep prorrogou até 26 de janeiro o prazo de inscrições para a segunda rodada do Finep Startup, programa que pretende aportar recursos e conhecimento em empresas nascentes de base tecnológica. As startups interessadas em concorrer ao edital poderão enviar suas propostas pelo site da financiadora. No processo, serão selecionadas mais 25 empresas a serem investidas pela Finep, em operação que pode chegar a R$ 25 milhões (até R$ 1 milhão por startup).

Após a alta demanda na primeira rodada (mais de 500 inscrições), a Finep ampliou os temas do programa, com a inclusão de Healthtech, além da categoria Tecnologias Habilitadoras, composta por: Blockchain; Inteligência Artificial; Microeletrônica; Nanotecnologia; e Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista. O principal objetivo da mudança é atender a empresas nascentes intensivas em conhecimento que não se enquadraram nos pré-requisitos da primeira rodada.

Sobre o Finep Startup
Lançado em junho de 2017, o programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento de produto, processo ou serviço, para colocar no mercado, ou que precisam ganhar escala de produção (não são apoiáveis tecnologias em fase de ideia ou pesquisa). Para isso, a financiadora vai aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital das startups selecionadas. O investimento vai ser feito por meio de contrato de opção de compra de ações e pode chegar a R$ 1 milhão, baseado no plano de negócios.
O foco da Finep é cobrir o gap de apoio existente entre o investimento feito por programas de aceleração, investidores-anjo e ferramentas de financiamento coletivo (crowdfunding) e o aporte feito por Fundos de Seed Money e Venture Capital. Assim, a financiadora espera ajudar as startups brasileiras a superar o chamado "vale da morte", fase em que empresas promissoras se desmantelam por dificuldades de ganhar tração e cobrir fluxo de caixa negativo.
Outro ponto positivo do programa é que a Finep não pretende tornar as startups dependentes de recursos públicos. Para estimular o empreendedor a buscar capital privado, a agência vai dar até 5 pontos a empresas que forem aportadas por investidores-anjo. A quantidade de pontos dependerá do valor do investimento, cujo mínimo é R$ 50 mil. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.
Fonte: Agência Finep

Fonte: Agência Gestão CT&I

Uma cidade inteira da China trocou os ônibus públicos por versões elétricas


A cidade de Shenzhen, na China, acaba de anunciar um passo impressionante em direção ao transporte público sustentável. Segundo o site EyeShenzhen, o município deixou de usar sua frota de ônibus públicos movidos a diesel por modelos 100% elétricos – nada menos do que 16.359 deles.
Parece um esforço absurdo feito por eles? Disso não temos dúvida. Além de criar 510 estações de carregamento, a cidade teve que construir 8 mil mastros de carga através de toda a região, capazes de carregar um veículo por completo em duas horas e atender até 300 ônibus por dia. Tudo isso, é claro, preciso de um subsídio gigantesco, de nada menos do que US$ 490 milhões.
Vale notar que essas não foram as únicas mudanças feitas na cidade. Em sua busca por ser mais ecologicamente amigável, mais da metade das fábricas de Shenzhen agora são movidas a eletricidade; os planos, todavia, são de dar fim até mesmo aos veículos movidos a gás até 2020.


As vantagens oferecidas pela mudança são enormes. Para começar, o temido problema com a fumaça tóxica que ficou tão comum no país pelos últimos anos deve baixar drasticamente por lá, já que os ônibus reduziram em 1,35 milhões de toneladas sua produção de CO2 por ano. Além disso, a ausência de tantos motores por combustível a explosão significa que a cidade como um todo ficou mais quieta, já que motores elétricos são extremamente silenciosos.
Vendo por esse lado, fica difícil não pensar que esse investimento todo valeu muito a pena.
 
Imagen(s): YouTube/BYD Company 
 
Fonte: Tecmundo

Entenda como computadores atuais são “mais lentos” que um Apple IIe de 1983

Entenda como computadores atuais são “mais lentos” que um Apple IIe de 1983

Em Produto

Um ex-engenheiro da Google e da Microsoft chamado Dan Luu estava com uma pulga atrás da orelha. Ele tinha a impressão de que computadores novos, desenvolvidos, construídos e comprados em 2017 aparentavam na verdade serem mais lentos que aqueles feitos nos anos 1980. Como um engenheiro de software, ele sabe que os aparelhos de hoje são imensuravelmente mais poderosos que os daquela época, mas o que vinha lhe incomodando é o tempo de resposta dos novos aparelhos aos comandos feitos pelos usuários. Em outras palavras, a latência.
Por conta disso, Luu resolveu testar uma série de computadores lançados desde os anos 1980 até 2017. Ele mediu o tempo que leva para cada um desses aparelhos responder a um aperto no teclado para descobrir se os dispositivos de hoje são de fato menos responsivos que os de antigamente. Será que o lag é coisa da nossa década?
Será que o lag é coisa da nossa década?
De acordo com os resultados encontrados por Luu, sim. Um Apple IIe, lançado originalmente pela Maçã em 1983, acabou ficando com o primeiro lugar entre todos os aparelhos testados por Luu. Ou seja, esse dispositivo foi o de menor latência que ele pôde encontrar.
Máquinas modernas são muito mais capazes do que as das décadas passadas, mas elas também rodam sistemas operacionais mais modernos, versáteis e "pesados". Por isso, o procedimento para registrar um aperto de teclado no Windows 10 pode ter uma quantidade muito maior de “passos” para ser completado do que no sistema do Apple IIe.
dan luu
Computadores pessoais antigos vinham com sistemas muito simplistas e pouco versáteis, que não aceitavam uma grande variedade de periféricos ou mesmo acessórios básicos, como teclados fabricados para outras máquinas. Por isso, o Apple IIe, que tem um processador rodando a apenas 1 MHz, conseguiu responder ao teste do aperto de tecla em apenas 30 milissegundos. Em contrapartida, um desktop PowerSpec G405 com Intel Core i7-7700K de 4.20GHz levou 200 ms.

Variáveis

Para entender se existiam outras variáveis que afetavam a latência dos computadores atuais, Luu resolveu testar alguns modelos com monitores de taxas de atualização diferentes (24 Hz, 60 Hz, 120 Hz…). Ele descobriu que o mesmo desktop citado acima poderia ter uma latência de apenas 90 ms com um monitor de 60 Hz e que um PC com um processador Intel Haswell-e de 2014 poderia ter vários resultados, saindo de 140 ms em um monitor de 24 Hz para 50 ms em uma tela de 165 Hz.
Plataformas mais fechadas como o iOS e o Chrome OS  conseguiram boas taxas de latência
O engenheiro ainda descobriu que determinados sistemas operacionais conseguem mais desempenho nessa questão da latência do que outros. Os SOs customizados e simplistas das máquinas dos anos 1980 tiveram vantagem, mas plataformas mais fechadas como o iOS, o Chrome OS e também uma versão básica do Linux conseguiram boas taxas de latência. Enquanto isso, coisas mais complexas como o Windows 10 e o macOS High Sierra ficaram nas últimas colocações. Como descrito antes, isso tem a ver com a complexidade do software a sua versatilidade.
Os testes foram realizados com duas câmeras, uma apontando para o teclado enquanto Luu apertava uma tecla, e outra para o display da máquina em teste. Uma delas era capaz de fazer 240 quadros por segundo, enquanto a outra chagava a 1.000 quadros por segundo.
Não pôde colocar todas as máquinas nas mesmas condições de testes
Naturalmente, não é possível considerar esses resultados obtidos por Luu como algo escrito em pedra. Primeiro porque ele não é exatamente um especialista em hardware antigo e não pôde colocar todas as máquinas nas mesmas condições de testes. Fora isso, as câmeras que ele usou para medir o tempo poderiam ser mais capazes na questão dos quadros por segundo caso ele tivesse um laboratório mais completo à disposição.
Em outras palavras, o teste de Luu, apesar de ter sido feito de forma improvisada, revela que nossos dispositivos se tornaram infinitamente mais poderosos, mas infelizmente eles estão respondendo um pouco mais lentamente a nossos comandos. Por conta disso, empresas como a Apple e Razer estão colocando telas com altas taxas de atualização em seus aparelhos portáteis, a fim de diminuir o lag.

Fonte(s):  Dan Luu  / gizmodo 
Imagen(s): macworld 
 
Fonte: Tecmundo

Poli-USP oferece curso de Especialização em Engenharia Automotiva

Poli-USP oferece curso de Especialização em Engenharia Automotiva

16 de janeiro de 2018 
Agência FAPESP
 
Objetivo é preparar profissionais para solucionar problemas técnicos e de gestão no setor automotivo. Turma 2018 se inicia em fevereiro, com inscrições até 26 de janeiro (foto: Wikipedia)

Agência FAPESP – O Centro de Engenharia Automotiva (CEA) da Escola Politécnica (Poli) da USP abriu novo período de inscrições para o processo seletivo da turma 2018 do curso de Especialização em Engenharia Automotiva.
O curso tem o objetivo de preparar, atualizar e qualificar profissionais sobre produtos, serviços e processos industriais, com competência abrangente para solucionar problemas técnicos e de gestão de empresa no setor automotivo.
O curso é presencial, com carga horária mínima de 372 horas e duração de até 30 meses. As aulas serão ministradas no Campus Butantã da USP, em São Paulo, às sextas-feiras à noite e aos sábados pela manhã. O corpo docente é formado por professores da própria universidade e especialistas convidados. Outro diferencial é que a monografia deve ter foco na solução de um problema real de empresa do setor automotivo.
O aluno receberá o título de Especialista em Engenharia Automotiva, com certificado pela USP. Para recebê-lo, o participante deverá completar o correspondente a 372 horas de aula, obter nota final igual ou superior a sete em cada disciplina, ter frequência igual ou superior a 85% em cada disciplina e desenvolver e apresentar uma monografia, obtendo nota final igual ou superior a sete.
As aulas começarão em 23 fevereiro de 2018. Elas serão realizadas às sextas-feiras das 18h30 às 22h30 e aos sábados das 8 às 13 horas.
Os interessados devem preencher a ficha de inscrição e enviar a lista de documentos requeridos, ambas disponíveis no site do curso, até dia 26 de janeiro, para o Departamento de Engenharia Mecânica da Poli-USP (av. Prof. Mello Moraes, 2.231, Cidade Universitária, São Paulo). A taxa de inscrição é de R$ 350.
A seleção será feita com base no currículo do candidato, podendo ser exigida uma entrevista. A resposta do processo seletivo será no dia 2 de fevereiro.
Mais informações sobre as inscrições e o processo seletivo em www.automotiva-poliusp.org.br/pos-graduacao/especializacao

Fonte: Agência FAPESP